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A IMPORTÂNCIA DA CULTURA ORGANIZACIONAL NAS EMPRESAS FAMILIARES

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A cultura organizacional é o conjunto de valores, crenças e missão da empresa. É a forma da companhia se apresentar interna e externamente, e como ela pauta o comportamento das pessoas. Se dada a devida importância, a cultura organizacional pode impulsionar o progresso da empresa. Do contrário, pode travar o desenvolvimento e levar, inclusive, à dissolução empresarial. 

No caso das empresas familiares, o fundador é quem tem a capacidade de unir as pessoas em torno dessa cultura, e se a família não estiver envolvida com a sua cultura organizacional, pode acabar tendo familiares com comportamentos divergentes com o que a empresa deseja transmitir. 

Portanto, toda a família deve estar envolvida na cultura organizacional, sendo um dos maiores desafios das empresas familiares o de fazer com que os valores da família sejam transmitidos de geração em geração, a fim de manter a sustentabilidade e as raízes da empresa.

Além disso, a cultura organizacional é algo que se implementa por meio de um processo regular, constante e pensado estrategicamente. É a construção da identidade da empresa, auxiliando na tomada de decisões e mantendo a coesão das equipes. 

O que diferencia uma empresa familiar da outra é a cultura organizacional, uma vez que as empresas podem até produzir o mesmo produto ou prestar o mesmo serviço, mas a maneira como a família constrói o negócio, pensa e interage com as pessoas não pode ser reproduzida. 

No caso das companhias familiares, o patrimônio é criado para que a família o desenvolva por gerações. Isso significa que os gestores de empresas familiares precisam pensar a longo prazo, o que inclui ter um planejamento sucessório e pensamento estratégico.

Cabe ressaltar que não se deve confundir cultura organizacional com clima organizacional. O primeiro é o conjunto das opiniões e percepções que os colaboradores têm a respeito da empresa. Já  o segundo são as crenças, valores e missão compartilhadas por um mesmo grupo. 

Os comportamentos familiares são desenvolvidos ao longo do tempo e ensinados como a forma correta de pensar, perceber e sentir. Quando a família está envolvida na empresa, esses comportamentos dependem fortemente de processos emocionais dos familiares, ou seja, a cultura vivida pela família acaba se tornando a cultura da empresa, e os papéis na família trasbordam para o ambiente de trabalho.

Uma vez que a cultura da empresa, em geral, reflete a visão dos seus fundadores, causando uma imagem de como a empresa deveria ser, a gestão familiar está sujeita a erros, dentre os quais os mais rotineiros são: ausência de qualificação profissional, poder centralizado, misturar contas pessoais com as da empresa, zona de conforto, procrastinar o processo de sucessão, mais de um gestor na mesma área e evitar o auxílio de consultorias e assessorias especializadas. Por isso, a importância de se iniciar a sucessão empresarial enquanto o fundador ainda vive, a fim de que se possa discutir e conhecer os planos dos sucessores e capacitá-los.

Neste sentido, para se ter uma cultura organizacional eficiente e que respeite os anseios familiares, cabe ao fundador da empresa, ou quem a lidera, saber transmitir aos familiares/sucessores o conhecimento sobre o negócio, as suas crenças e valores. Dessa forma, todos podem compartilhar dos mesmos princípios e traçar os planos para o futuro com sinergia. 

Há muitas formas de transmitir os valores de uma empresa e, independente da forma escolhida, a mensagem precisa ser clara e eficaz para todos os familiares e colaboradores, para que, assim, possam assimilar os princípios da companhia. 

Empresas são pessoas e a forma como elas vivem a empresa é que dá o tom daquilo que a empresa é.

É sabido que a cultura organizacional possui princípios imutáveis, porém eventualmente é necessário fazer alguns ajustes, pois a cultura deve se adaptar à realidade da empresa e acompanhar os acontecimentos, mantendo sempre os seus princípios como a missão, as crenças e valores estabelecidos. 

Mesmo assim, para que conflitos possam ser evitados, cabe ao sucessor ter a capacidade, na medida do possível, de manter os valores definidos pelo sucedido, o que poderá assegurar uma transição harmoniosa e sem prejuízos para a empresa, em especial, à cultura organizacional.

Podemos concluir que uma cultura bem transmitida impacta positivamente a liderança em relação aos demais, e transforma o ambiente trazendo mais objetividade, produtividade e sinergia entre os envolvidos. Além de que a empresa familiar leva uma interessante vantagem, uma vez que o seu recurso intangível é resultante do envolvimento familiar no negócio lhe conferindo importante diferenciação dos concorrentes. 

Empresas que contam com uma cultura organizacional forte possuem maiores chances de sobreviver e adaptar-se ao mercado.

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